Jovem é morto a tiros ao tentar defender amiga durante confusão em bar de Manaus

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Luiz Henrique Oliveira do Nascimento, conhecido como “Balão”, tinha 27 anos e foi baleado durante uma confusão; cabo da PM é apontada como suspeita e estaria sendo procurada pelas autoridades

MANAUS (AM) – Luiz Henrique Oliveira do Nascimento, de 27 anos, conhecido como “Balão”, morreu após ser atingido por disparos de arma de fogo durante uma confusão em um bar de Manaus, na madrugada desta sexta-feira (9). Segundo testemunhas, o jovem teria tentado proteger uma amiga durante uma briga, quando acabou baleado. Uma cabo da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), identificada como Gizele Santos de Brito, é apontada como a principal suspeita do crime.

Edição: Portal Amazon News

De acordo com as informações divulgadas, a policial não havia sido localizada pelas autoridades até o momento dos relatos. O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Confusão teria começado por ciúmes

Conforme depoimentos mencionados no boletim de ocorrência, a situação começou com uma discussão entre mulheres que estavam no estabelecimento. A desavença, supostamente motivada por ciúmes, teria evoluído para agressões físicas.

Durante a confusão, a briga se aproximou da mesa onde Henrique estava acompanhado de amigos.

Segundo uma testemunha, uma das mulheres envolvidas teria tentado agredir uma amiga do jovem. Ao perceber a situação, Henrique interveio para afastar a mulher e impedir que a agressão continuasse.

A intervenção teria provocado um novo desentendimento entre os envolvidos.

Policial suspeita teria deixado o bar e retornado armada

Ainda segundo os relatos apresentados à polícia, a cabo Gizele Santos de Brito teria deixado o estabelecimento em uma motocicleta após a discussão.

Algum tempo depois, ela teria retornado ao local portando uma arma de fogo e procurando uma das mulheres envolvidas na confusão.

Uma testemunha afirmou que a suspeita gritava “Cadê a vagabunda?” enquanto apontava a arma na direção de pessoas que estavam nas proximidades.

A situação provocou correria entre os frequentadores do estabelecimento.

Conforme essa versão, Henrique teria tentado afastar a arma que estava apontada em sua direção, atingindo a mão da policial para desviar o armamento.

Durante a ação, um disparo atingiu o jovem, que morreu em decorrência dos ferimentos.

O boletim de ocorrência também menciona que cinco tiros teriam sido efetuados após o retorno da suspeita ao bar.

A dinâmica exata dos disparos e as circunstâncias que provocaram a morte ainda dependem da conclusão das investigações.

Segundo homem também foi baleado

Além de Henrique, outro homem, identificado por amigos como Anderson, também foi atingido por disparos durante a ocorrência.

Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, em Manaus.

Segundo informações divulgadas por pessoas próximas à vítima, Anderson sobreviveu ao ataque. Não foram apresentados detalhes atualizados sobre seu estado de saúde.

Testemunhas relatam ameaças após o crime

Além dos disparos registrados no estabelecimento, testemunhas relataram supostas ameaças contra uma jovem que teria participado da discussão inicial.

Segundo um dos depoimentos divulgados, duas mulheres teriam circulado pelo bairro Nova Esperança procurando a jovem.

Uma delas teria ameaçado matá-la caso a encontrasse.

Até o momento, não foram esclarecidas a identidade da pessoa apontada como autora da ameaça nem sua eventual ligação com o homicídio.

As informações deverão ser analisadas pelas autoridades durante a apuração do caso.

Polícia Civil investiga morte de Henrique

A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) é responsável pela investigação do homicídio e pela apuração das circunstâncias em que os disparos ocorreram.

A cabo Gizele Santos de Brito foi identificada nos relatos como principal suspeita, mas sua responsabilidade criminal ainda deverá ser determinada pelas autoridades competentes.

Familiares e amigos de Henrique cobram esclarecimentos sobre a morte do jovem.

A informação de que ele teria sido baleado ao tentar defender uma amiga é baseada nos depoimentos de testemunhas e integra os elementos que deverão ser analisados pela investigação.

Até a divulgação das informações iniciais, não havia confirmação sobre a localização da policial suspeita ou eventual manifestação de sua defesa.

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