Trabalhadores da construção civil entram em greve e protestam por reajuste e benefícios em Manaus

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Categoria realizou manifestação na Avenida Rodrigo Otávio e cobra avanços nas negociações salariais e trabalhistas; grupo anunciou que seguiria ao Ministério do Trabalho

Manaus – Trabalhadores da construção civil cruzaram os braços e realizaram uma manifestação na manhã desta sexta-feira (17), na Avenida Rodrigo Otávio, Zona Leste de Manaus. O movimento foi organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e faz parte de uma mobilização da categoria por reajuste salarial, benefícios e melhores condições de trabalho.

Foto: Divulgação

Segundo os trabalhadores, a paralisação ocorre em meio a um impasse nas negociações com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon). Os manifestantes alegam que, até o momento, não foram apresentadas propostas consideradas satisfatórias para atender às reivindicações da categoria.

Entre as principais demandas apresentadas estão reajuste salarial, fornecimento de cesta básica considerada adequada pelos trabalhadores, planos de saúde e odontológico, pagamento correto de horas extras e garantia de direitos trabalhistas.

Foto: Divulgação

Durante a manifestação, representantes da categoria afirmaram que os trabalhadores permanecerão mobilizados em busca de avanços nas negociações. O ato contou ainda com a presença de Sassá da Construção Civil (PT), subsecretário executivo de Projetos da Prefeitura de Manaus, que acompanhou a mobilização.

Após o protesto na Avenida Rodrigo Otávio, os trabalhadores informaram que seguiriam para o Ministério do Trabalho, onde pretendem buscar a mediação do impasse e cobrar uma solução para as reivindicações apresentadas.

A continuidade da greve pode impactar o andamento de obras públicas e privadas na capital amazonense, com possíveis alterações nos cronogramas caso a paralisação se prolongue.

Até a publicação desta matéria, o Sinduscon não havia apresentado posicionamento sobre as reivindicações atribuídas pelos trabalhadores à entidade. O espaço permanece aberto para manifestação.

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