Luis Alberto Saraiva afirma que SES-AM não determinou demissões e que medida envolvendo contratos temporários ocorreu para cumprir decisão da Justiça
O secretário de Estado de Saúde do Amazonas, Dr. Luis Alberto Saraiva Santos esclareceu a situação envolvendo o desligamento de trabalhadores temporários da rede estadual e afirmou que a medida não partiu de uma decisão da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM). Segundo o gestor, a pasta cumpriu uma determinação judicial relacionada aos contratos dos profissionais.

Foto: Divulgação
Em vídeo divulgado nas suas redes sociais, Saraiva afirmou que não solicitou a demissão dos trabalhadores e explicou que os vínculos em questão eram temporários e já estavam encerrados, classificados por ele como “contratos findos”.
De acordo com a explicação do secretário, trabalhadores representados por um advogado recorreram à Justiça em uma ação envolvendo a situação desses contratos. Conforme relatado por Saraiva, a decisão judicial resultante do processo determinou o desligamento, deixando à administração estadual o dever de cumprir a ordem.
“Não mandei demitir ninguém”, afirmou o secretário ao abordar a repercussão do caso.
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Saraiva também declarou que, na avaliação dele, os profissionais teriam sido mal orientados juridicamente na condução da ação. O secretário ressaltou que as informações relacionadas ao processo são públicas e podem ser consultadas nos registros do Judiciário por interessados em verificar as circunstâncias do caso.
Secretaria destaca importância dos profissionais
Durante o esclarecimento, Luis Alberto Saraiva afirmou ainda que a SES-AM e o Governo do Amazonas não têm interesse em promover desligamentos que prejudiquem o funcionamento das unidades estaduais de saúde.
Segundo o secretário, os profissionais que atuam na rede desempenham funções necessárias para garantir a continuidade da assistência à população. A gestão, acrescentou, precisa manter as equipes para assegurar o funcionamento dos serviços oferecidos nas unidades.
A manifestação busca esclarecer que, conforme a versão apresentada pelo titular da SES-AM, o episódio não se tratou de uma decisão espontânea da administração para promover demissões, mas do cumprimento de uma determinação judicial envolvendo vínculos temporários já encerrados.
O secretário reforçou que decisões judiciais direcionadas à administração pública precisam ser acatadas, independentemente do interesse da gestão em manter os profissionais nas unidades.

