‘Piratas dos rios’ armados são associados a ataque contra ferryboat no AM

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Homens que aparecem nas imagens são apontados em relatos locais como suspeitos de atuar em ataques a embarcações no Médio Solimões; informações ainda dependem de confirmação policial

Imagens de homens exibindo armas de fogo passaram a circular em grupos de redes sociais e têm provocado apreensão entre moradores de comunidades ribeirinhas do interior do Amazonas. Os indivíduos são apontados, em relatos compartilhados na região, como supostos integrantes de grupos conhecidos como “piratas dos rios”, com atuação atribuída à calha do Médio Solimões.

Edição: Portal Amazon News

As informações que acompanham as fotografias afirmam que alguns dos homens teriam relação com crimes praticados em trechos entre a Foz do Japurá, a região do Guariba e o município de Maraã. Até o momento, porém, as acusações divulgadas nas redes sociais não devem ser tratadas como confirmação de autoria sem posicionamento das autoridades responsáveis pela investigação.

Moradores também relacionam os suspeitos ao ataque contra um ferryboat ocorrido na noite de quinta-feira (10), nas proximidades de Alvarães, município localizado a cerca de 531 quilômetros de Manaus.

Nomes são citados em relatos

Entre os nomes associados às imagens estão Eliabe Queiroz Pereira, conhecido como “Branco”, e Antônio Filho Neto da Silva, chamado de “Cacique”. As informações divulgadas afirmam que “Branco” seria natural de uma comunidade localizada na região do Rio Copeá.

Relatos que circulam junto às fotografias também atribuem a alguns dos homens envolvimento em roubos contra embarcações e possíveis ligações com grupos criminosos que atuariam na região de Coari.

Outros nomes e apelidos também aparecem nas denúncias compartilhadas nas redes. Essas informações, entretanto, necessitam de apuração policial para determinar eventuais responsabilidades individuais e confirmar possíveis vínculos entre os citados e ocorrências criminosas.

Ribeirinhos relatam medo

Moradores das áreas onde os supostos criminosos atuariam relatam preocupação com a circulação de homens armados e com a possibilidade de novos ataques contra embarcações e comunidades.

As imagens e denúncias deverão ser analisadas pelas autoridades para verificar a identidade dos envolvidos, a procedência das fotografias e a eventual relação dos suspeitos com crimes registrados na região.

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