Cabo da PMAM é investigada pela morte de Luiz Henrique Oliveira do Nascimento, de 27 anos, e por disparos que deixaram outro homem ferido no bairro Alvorada 2
Manaus (AM) – A cabo da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), Gisele Santos de Brito, suspeita de envolvimento na morte de Luiz Henrique Oliveira do Nascimento, de 27 anos, conhecido como “Balão”, apresentou-se à polícia neste domingo (11). O crime ocorreu na sexta-feira (9), durante uma confusão em um bar localizado no bairro Alvorada 2, zona oeste de Manaus.

Edição: Portal Amazon News
A policial é apontada como suspeita de efetuar os disparos que atingiram Luiz Henrique e outro homem que estava no estabelecimento. O caso é investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).
Confusão teria começado por causa de olhares
Segundo informações preliminares e relatos de testemunhas, o desentendimento teria começado após a policial se incomodar com olhares supostamente direcionados à sua companheira por pessoas que estavam em outra mesa do bar.
A situação teria provocado uma discussão entre os envolvidos, que posteriormente se transformou em uma confusão generalizada.
Durante o confronto, foram efetuados disparos de arma de fogo que atingiram dois homens.
A motivação exata e a sequência dos acontecimentos ainda deverão ser esclarecidas pela investigação policial.
Vítima foi atingida no peito e no rosto
Luiz Henrique Oliveira do Nascimento foi baleado no peito e no rosto. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas o jovem morreu antes da chegada da equipe de socorro.
Outro frequentador do estabelecimento também foi atingido pelos disparos. Ele sobreviveu e recebeu atendimento médico no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do Alvorada.
Não foram divulgadas informações atualizadas sobre o estado de saúde do sobrevivente.
Policial se apresentou à delegacia
Dois dias após o crime, Gisele Santos de Brito compareceu à delegacia, no domingo (11), para se apresentar às autoridades.
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) é responsável pela apuração do caso e deverá esclarecer as circunstâncias dos disparos, a autoria e a motivação do homicídio.
Até o momento, não foram informados detalhes sobre eventuais medidas judiciais adotadas contra a policial.
