Ex-presidente foi levado ao Hospital DF Star após apresentar febre alta e baixa saturação de oxigênio; quadro é descrito como potencialmente mortal
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado nesta sexta-feira (13) no Hospital DF Star após passar mal enquanto estava na unidade prisional conhecida como Papudinha, localizada no complexo penitenciário da Complexo Penitenciário da Papuda.

Foto: Divulgação
De acordo com a equipe médica, exames confirmaram que o ex-presidente apresenta broncopneumonia bacteriana bilateral, um quadro considerado grave e que pode representar risco à vida caso não seja tratado rapidamente.
Bolsonaro foi levado ao hospital após apresentar sintomas como febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Segundo os médicos responsáveis pelo atendimento, o quadro exigiu avaliação imediata, com a realização de exames laboratoriais e de imagem.
Diagnóstico confirma broncopneumonia bacteriana
Os exames realizados confirmaram o diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral, possivelmente de origem aspirativa.
Segundo os médicos, Bolsonaro chegou à unidade hospitalar com saturação de oxigênio em torno de 80% e pressão arterial considerada baixa, indicando que uma infecção com critérios de gravidade estava em evolução.
A equipe médica destacou que o atendimento rápido foi fundamental para estabilizar o quadro inicial do paciente.
Médicos classificam situação como grave
Durante entrevista coletiva, o médico Cláudio Birolini, integrante da equipe responsável pelo atendimento, afirmou que a situação é considerada crítica.
De acordo com o especialista, casos de pneumonia aspirativa podem evoluir para insuficiência respiratória e representar risco significativo à vida caso não haja intervenção médica adequada.
Apesar da gravidade, os profissionais informaram que o ex-presidente se encontra estável dentro das circunstâncias atuais.
Tratamento inclui antibióticos e suporte clínico
O ex-presidente permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star.
O tratamento envolve o uso de antibióticos intravenosos de alta potência, além de suporte clínico não invasivo para acompanhar a evolução da infecção pulmonar.
A equipe médica informou que continuará monitorando o estado de saúde do paciente nas próximas horas para avaliar a resposta ao tratamento.

