Morte de professor da Ufam: suspeitos teriam ganhado R$ 50 para cometer o crime

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Docente e pesquisador Davi Said Aidar foi morto a tiros em bar de sua propriedade no ramal Água Branca, na AM-010

A prisão de Antônio Carlos Pinheiro e Emerson Servalho de Souza, suspeitos de envolvimento no assassinato de um professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), revelou novos detalhes sobre a motivação do crime. Segundo informações da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), parte dos envolvidos teria recebido apenas R$ 50 para participar da execução, enquanto outros teriam sido beneficiados com a quitação de dívidas ligadas ao tráfico de drogas.

Foto: Montagem Amazon News / Divulgação

A vítima foi identificada como Davi Said Aidar, de 62 anos, docente e pesquisador com atuação em comunidades rurais do estado.

De acordo com a polícia, o crime ocorreu no dia 6 de fevereiro, em um bar de propriedade do professor localizado no ramal Água Branca, no km 35 da rodovia AM-010, no bairro Lago Azul, zona norte de Manaus.

Nesta quarta-feira (4), Antônio Carlos Pinheiro foi preso e apontado pelas autoridades como um dos autores dos disparos que mataram o docente.

Conforme relato da esposa da vítima à Polícia Militar, dois homens encapuzados teriam chegado ao local e efetuado os tiros. A identidade dos suspeitos ainda não havia sido confirmada no momento do registro da ocorrência.

O caso foi registrado às 23h02 na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que conduz as investigações.

Ainda segundo a polícia, o professor possuía porte de arma na categoria CAC (Caçador, Atirador e Colecionador). Uma pistola foi encontrada no interior do veículo da vítima, junto com carregadores e munições. O armamento foi apreendido e encaminhado para perícia.

A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer a participação de todos os envolvidos e as circunstâncias do crime.

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