Caso chama atenção: mulher é filmada em comportamento estranho dentro do Rio Negro; VÍDEO

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Testemunha registrou a cena enquanto abastecia embarcação; mulher não foi identificada e situação gerou preocupação devido aos riscos do local

Um vídeo que circula nas redes sociais tem intrigado internautas e causado apreensão em Manaus. As imagens mostram uma mulher, ainda não identificada, gritando e falando sozinha enquanto permanece dentro do Rio Negro, em uma área conhecida pela presença de animais aquáticos considerados perigosos.

Foto: Reprodução

Segundo o homem que fez a gravação, ele abastecia uma embarcação quando percebeu a situação incomum. Ao observar a movimentação no rio, notou a mulher dentro da água, aparentemente desorientada, gritando frases desconexas. Diante do cenário, decidiu registrar o momento. Em um trecho do vídeo, ele comenta: “No meio do mato, no meio do nada, não tem casa nenhuma aqui perto”.

Nas imagens, a mulher aparece parcialmente submersa e permanece por um período prolongado dentro do rio, sem demonstrar intenção de sair da água ou pedir ajuda. A cena chama atenção, sobretudo, pelos riscos naturais do local, que incluem a presença de jacarés, arraias, serpentes aquáticas, além da profundidade e da correnteza do Rio Negro.

Até o momento, não há informações oficiais sobre a identidade da mulher, nem confirmação se ela foi resgatada ou recebeu atendimento médico. Também não há registro de acionamento do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar ou de serviços de saúde para atender a ocorrência.

Nas redes sociais, o caso repercutiu e gerou diversas especulações entre os internautas, que levantam hipóteses como possível surto psicológico ou situação de vulnerabilidade social. Muitos usuários cobram providências das autoridades para apurar o ocorrido e garantir a segurança da mulher.

Especialistas alertam que entrar nas águas do Rio Negro sem acompanhamento adequado representa riscos elevados, tanto pela fauna quanto pelas condições naturais do rio, como baixa visibilidade, variações de profundidade e correnteza. O caso segue sem esclarecimentos oficiais.

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