Órgão afirma que não houve pedido de restrição de liberdade; caso ganhou repercussão após falas de Carlinhos Maia
O Ministério Público do Estado do Amazonas esclareceu neste sábado (28) que não há qualquer análise ou decisão judicial para encaminhar a influenciadora Patixa Teló a uma casa de acolhimento. Em nota oficial, o órgão afirmou que a informação não procede e reforçou que não houve pedido de constrição de liberdade.

Foto: Divulgação
O caso ganhou repercussão após declarações do influenciador Carlinhos Maia nas redes sociais, sugerindo a possibilidade de acolhimento institucional.
Segundo o MPAM, o processo tramita sob sigilo judicial, o que impede a divulgação de detalhes adicionais. O órgão também destacou que não manteve diálogo com influenciadores sobre o assunto e que sua atuação visa proteger direitos e garantir dignidade, especialmente em situações de vulnerabilidade.
Veja a nota na íntegra:
NOTA À IMPRENSA
Em relação às notícias que circulam sobre a influenciadora Patixa Teló, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Cíveis (CAO-Cível), esclarece que não procede a informação de que este órgão esteja analisando o seu encaminhamento para uma casa de acolhimento, ressaltando que, em nenhum momento, houve qualquer pedido de constrição da liberdade da influenciadora por parte deste Ministério Público.
O processo em questão tramita sob sigilo judicial, razão pela qual detalhes adicionais não podem ser fornecidos, e reitera-se que esta instituição não manteve qualquer diálogo ou tratativa com influenciadores digitais sobre o tema.
Cabe destacar que o Ministério Público, em se tratando de pessoas em situação de vulnerabilidade, sempre atuará para proteger e garantir os direitos e interesses dessas pessoas, resguardando sua dignidade e autonomia, em conformidade com a legislação vigente.
Elvis Chaves
Chefe de Comunicação do MPAM

