Juliana Paulo Pinto estava desaparecida desde segunda-feira (12), em Cachoeiro de Itapemirim; ex-companheiro e atual noiva dele foram presos durante as investigações
Cachoeiro de Itapemirim (ES) – Uma mulher grávida, identificada como Juliana Paulo Pinto, de 29 anos, foi encontrada morta, esquartejada e carbonizada na quarta-feira (14), em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Espírito Santo. O ex-companheiro da vítima, Diego Marques Alves, confessou o assassinato à Polícia Civil. A atual noiva dele, Geovana Maria Vieira, também foi presa durante as investigações.

Edição: Portal Amazon News
Juliana estava desaparecida desde segunda-feira (12), quando saiu de casa acompanhada do filho, de 11 anos. O desaparecimento foi comunicado às autoridades pelo atual companheiro da vítima, que procurou a polícia para relatar o ocorrido.
As investigações levaram os agentes até a região de Monte Líbano, onde o corpo foi localizado com sinais de violência.
Câmeras de segurança ajudaram a identificar suspeitos
Durante as diligências, investigadores da Polícia Civil do Espírito Santo analisaram imagens de câmeras de segurança de um posto de combustíveis.
As gravações mostraram um veículo utilizado pelos suspeitos abastecendo na noite em que Juliana desapareceu.
Após deixar o estabelecimento, o automóvel seguiu em direção à região de Monte Líbano, informação que contribuiu para direcionar as buscas.
Com base nas imagens e em outros elementos reunidos durante a investigação, os policiais avançaram na identificação dos possíveis envolvidos.
Corpo da vítima foi encontrado esquartejado e carbonizado
Na quarta-feira (14), as equipes localizaram o corpo de Juliana em uma área de Cachoeiro de Itapemirim.
Segundo as informações policiais, a vítima apresentava sinais de esquartejamento e carbonização.
Durante a perícia no local, os investigadores também encontraram um galão de combustível e uma sandália atribuída à mulher.
Os objetos foram considerados elementos relevantes para a investigação e deverão auxiliar no esclarecimento das circunstâncias da morte.
A Polícia Civil trabalha para estabelecer a sequência dos acontecimentos e determinar a participação de cada suspeito.
Ex-companheiro confessou assassinato à polícia
De acordo com a Polícia Civil, Diego Marques Alves admitiu ter matado Juliana durante os procedimentos policiais.
Em seu relato, o suspeito afirmou que o crime teria sido motivado por desentendimentos e problemas judiciais envolvendo os dois.
A versão apresentada por Diego será analisada pelos investigadores, juntamente com os demais elementos reunidos no inquérito.
A atual noiva dele, Geovana Maria Vieira, também foi detida por suspeita de envolvimento na ocultação do corpo.
Até o momento, não foram divulgados detalhes conclusivos sobre a participação dela na morte da vítima.
Suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional
Diego Marques Alves e Geovana Maria Vieira foram presos em flagrante por suspeita de ocultação de cadáver e encaminhados ao sistema prisional, onde ficaram à disposição da Justiça.
A Polícia Civil continua investigando o assassinato para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e as responsabilidades individuais dos envolvidos.
A apuração também deverá determinar as circunstâncias em que o corpo foi esquartejado e carbonizado.
O caso segue sob investigação das autoridades do Espírito Santo.
