Fêmur, costela e fragmento de vértebra foram recolhidos um dia após um crânio humano ser localizado na mesma região do Centro
Manaus – Novos fragmentos de uma ossada humana foram encontrados nas proximidades da Feira da Banana, na região da Manaus Moderna, Centro de Manaus. O material foi localizado na quarta-feira (30), um dia após trabalhadores encontrarem um crânio humano na mesma área.

Edição: Portal Amazon News
Entre os novos restos recolhidos estão parte de um fêmur, uma costela e um fragmento de vértebra. Até o momento, a vítima não foi identificada e não há confirmação de que todos os ossos encontrados pertençam à mesma pessoa.
Peritos recolhem fragmentos
A ocorrência mobilizou policiais militares e peritos do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), que realizaram os procedimentos periciais e recolheram os restos mortais encontrados na área.
Os fragmentos deverão passar por análises forenses que podem auxiliar na identificação da vítima e permitir comparações com dados de pessoas desaparecidas. Os resultados dependerão, entre outros fatores, do estado de conservação do material recolhido.
Polícia investiga possível relação com crânio
Uma das linhas de apuração é verificar se os fragmentos encontrados na quarta-feira pertencem à mesma pessoa do crânio localizado no dia anterior.
Apesar da proximidade entre os locais dos achados, somente os exames periciais poderão confirmar eventual relação entre os materiais.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre há quanto tempo ocorreu a morte ou sobre a existência de sinais que possam indicar violência.
Crânio foi localizado um dia antes
O primeiro achado ocorreu na tarde de terça-feira (29), durante serviços de manejo e trituração de resíduos nas proximidades da Manaus Moderna.
Trabalhadores encontraram o crânio na região de portos e balsas e acionaram as autoridades. O material foi recolhido para realização de exames periciais.
Vazante pode ter deixado material exposto
A redução do nível dos rios durante o período de estiagem é uma das circunstâncias consideradas para explicar como os restos, antes possivelmente encobertos pela água ou por sedimentos, ficaram expostos na região.
A condição, no entanto, não permite determinar como a ossada chegou ao local nem esclarecer as circunstâncias da morte.
A Polícia Civil do Amazonas segue responsável pela investigação do caso.
