Ana Júlia, conhecida como “Loura”, apresentava marcas no pescoço e ferimento na boca; homem apontado como suspeito está sendo procurado
MANAUS – Uma mulher identificada como Ana Júlia, conhecida como “Loura”, foi encontrada morta na tarde desta segunda-feira (21), dentro do imóvel onde morava e mantinha uma borracharia, na Avenida Cirilo Neves, bairro Compensa, zona oeste de Manaus.

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Segundo informações preliminares, a vítima apresentava marcas na região do pescoço, que podem indicar estrangulamento, além de um ferimento na boca. A causa da morte deverá ser confirmada após os procedimentos periciais.
Familiares relataram que Ana Júlia estava separada havia alguns meses e não era vista pelos parentes há aproximadamente dois dias. Durante esse período, a família acreditava que ela estivesse na casa de uma amiga.
Corpo foi encontrado pelo ex-companheiro
O corpo foi localizado pelo ex-companheiro da vítima, que ainda mantinha contato com Ana Júlia após a separação. Ele teria entrado na residência e encontrado a mulher já sem vida em um dos quartos.

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De acordo com familiares, o ex-companheiro não é apontado, inicialmente, como principal suspeito de envolvimento na morte. Os parentes informaram ainda que Ana Júlia teria iniciado outro relacionamento após a separação.
Homem apontado como suspeito é procurado
No decorrer das apurações, um homem identificado como Carlos PC passou a ser apontado como suspeito de envolvimento no caso e está sendo procurado pelas autoridades. A imagem dele começou a circular nas redes sociais com pedidos de informações que possam auxiliar em sua localização.

Procurado
A polícia também apura informações relacionadas ao quarto em que Ana Júlia foi encontrada e a uma motocicleta que pode ter ligação com o caso.
As circunstâncias da morte, a participação de eventuais envolvidos e a motivação ainda deverão ser esclarecidas durante a investigação.
A orientação é para que pessoas que tenham informações sobre o paradeiro do homem procurado não tentem abordá-lo e comuniquem as autoridades pelos canais oficiais de denúncia.

Foto: Divulgação
O caso está sob investigação da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

