Preso por chacina, suspeito diz que matou familiares a marteladas para conseguir dinheiro e pagar dívida com agiota

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Ezenilson Silva teria confessado participação no crime e relatado à polícia que pretendia conseguir dinheiro para quitar uma dívida relacionada à agiotagem

Ezenilson Silva, preso suspeito de envolvimento na chacina que deixou três pessoas da mesma família mortas, teria confessado à polícia que matou as vítimas a marteladas para conseguir dinheiro e pagar uma dívida com agiota. O crime ocorreu nesta segunda-feira (17), no bairro São Jorge, zona Oeste de Manaus.

Edição: Portal Amazon News

De acordo com informações preliminares da investigação, Ezenilson teria relatado que precisava de dinheiro para quitar uma dívida relacionada à agiotagem. A Polícia Civil apura as circunstâncias dessa dívida, incluindo a origem, o valor e a possível relação dela com as vítimas.

O ataque aconteceu dentro de uma residência na região da Avenida São Jorge. Três integrantes da mesma família morreram e uma mulher ficou gravemente ferida e segue internada em uma unidade hospitalar. Ela foi socorrida após o crime. As circunstâncias em que cada uma das vítimas foi atingida continuam sendo apuradas.

Ezenilson tinha ligação com a família por ser ex-marido de uma prima das vítimas. Segundo relatos de familiares, as suspeitas sobre ele aumentaram após serem encontrados vestígios semelhantes a sangue em sua motocicleta. O material deverá ser submetido à perícia para identificar sua origem e verificar eventual relação com o crime.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Ele também foi levado novamente ao imóvel onde ocorreu a chacina e participou da reprodução da dinâmica do crime, acompanhado por equipes policiais.

A reprodução busca confrontar o relato apresentado pelo suspeito com a posição das vítimas, os vestígios encontrados na residência e os demais elementos reunidos durante a investigação.

A Polícia Civil também deverá apurar se outras pessoas participaram do crime, tiveram envolvimento com a suposta dívida ou contribuíram de alguma forma para o ataque.

O caso permanece sob investigação da DEHS. A versão apresentada pelo suspeito será confrontada com depoimentos, imagens, perícias e outros elementos coletados durante a apuração.

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