Mulher agredida com 61 socos é atacada nas redes após revelar filiação ao PT: “Merecia 122”

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Juliana Garcia recebeu mensagem com ameaças após divulgar filiação ao PT; agressor segue preso no Rio Grande do Norte

A mulher de 35 anos agredida com 61 socos pelo ex-namorado, o ex-jogador de basquete Igor Eduardo Cabral, voltou a ser alvo de violência, desta vez nas redes sociais. Juliana Garcia publicou em seu perfil no Instagram uma mensagem ofensiva e ameaçadora enviada por um homem após ela divulgar sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT).

Edição: Amazon News / IA

Na mensagem, o internauta escreveu: “Você tem é que tomar 122 socos dessa vez para ficar sem a cabeça, sua puta petista”.

Ao compartilhar a publicação, Juliana comentou sobre o caso e afirmou que irá buscar medidas judiciais contra o autor das ameaças. “Exemplo típico de cidadão de bem. Esse vai responder juridicamente. Mas antes ele vai ficar famoso, sim. E ainda querem barrar a lei da misoginia”, escreveu.

Juliana foi brutalmente agredida dentro do elevador de um prédio residencial em Natal, no Rio Grande do Norte, em 26 de junho de 2025. O autor das agressões foi Igor Eduardo Cabral, ex-jogador de basquete e ex-companheiro da vítima.

Foto: Divulgação

Após o episódio, Juliana passou por diversos tratamentos médicos e procedimentos estéticos para reconstrução dos ossos do rosto, que ficaram fraturados devido às agressões.

“É um privilégio fazer parte dos que lutam pela classe que mantém o Brasil de pé, representar quem é base e alicerce é gratificante demais”, afirmou Juliana em outra publicação nas redes sociais.

Igor Eduardo Cabral está preso desde 28 de julho e permanece detido na Cadeia Pública Dinorá Simas, em Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte.

Segundo relatos da vítima, a discussão que antecedeu as agressões começou na área de lazer do condomínio, após uma mensagem enviada por Juliana a um amigo do então namorado. Em meio à discussão, Igor teria pegado o celular da vítima e arremessado o aparelho na piscina.

Juliana também afirmou que episódios de destruição de objetos já haviam ocorrido anteriormente durante o relacionamento. “Ele já havia quebrado um celular meu pisando em cima. Na segunda vez, jogou outro contra a parede”, relatou.

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