Vídeo mostra médico tentando impedir gravação durante atendimento na unidade
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um médico afirmando que não permite ser gravado e tentando impedir a filmagem feita por um homem dentro do Hospital e Maternidade Ana Braga, na zona leste de Manaus. O caso ampliou o debate sobre o atendimento na unidade hospitalar.

Foto: Reprodução
Nas imagens, o homem relata que acompanhava a esposa, que aguardava internação para dar à luz, e que decidiu registrar a situação após horas de espera por atendimento. Segundo ele, a mulher teria sido transferida e recebido alta sem aviso prévio, além da ausência de leitos disponíveis na unidade.
🚨 Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um médico tentando impedir a gravação de um homem dentro do Hospital e Maternidade Ana Braga, na zona leste de Manaus, ampliando o debate sobre o atendimento na unidade hospitalar. pic.twitter.com/eva9qH49Rc
— Amazon News 𝕏 (@PortalAmazonews) April 7, 2026
O acompanhante também afirma que outras pacientes aguardavam atendimento no local. Ele relata ainda que um dos quartos, onde estariam mães com recém-nascidos, estaria sem climatização devido a problemas no ar-condicionado.
O conteúdo passou a circular amplamente nas redes sociais, gerando manifestações de usuários sobre o funcionamento das unidades de saúde e ampliando o debate sobre as condições do sistema de saúde no Amazonas.
Responsabilidade governamental
A Maternidade Ana Braga é administrada pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) e integra a rede pública voltada ao atendimento de média e alta complexidade, incluindo partos.

Foto: Reprodução
Relatos sobre ausência de leitos, superlotação e falhas em sistemas de climatização têm sido mencionados por usuários, apontando dificuldades estruturais no atendimento. Essas condições podem impactar o funcionamento da unidade e o acolhimento de pacientes.
Até o momento, a SES-AM não se manifestou oficialmente sobre o caso registrado no vídeo, nem sobre eventuais intervenções na estrutura da unidade. O espaço segue aberto para posicionamento das autoridades.

